- Será que o sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? porquê?- Qual a concepção de acção humana que está implícita neste filme?
- Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
- Que tipo de liberdade estaria em jogo?
in, Pensar Azul, Texto Editores, p. 60
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Será que o Sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Poquê?
De acordo com o filme "Relatório Minoritário", o sistema pré-crime prevê uma espécie de determinismo ao interferir na liberdade humana no momento em que esta poderá atingir a organização da lei. Neste filme também é observável a pré-determinação dado que as acções humanas são previstas pelos pré-cogs (três humanos com alterações mentais).
Sendo assim, o sistema pré-crime pressupõe determinismo porque prevê acções relacionadas com o crime, defende essas previsões como algo que será realizado independentemente da decisão ou vontade do homicida. Logo, não há ponderação sobre as escolhas que poderão ser tomadas, fazendo com que não haja liberdade de alterar o curso de um acontecimento. Se estava pré-determinado que um indivíduo iria cometer um crime, ele seria preso, como se esse suposto futuro fosse acontecer de qualquer modo, impedindo a possibilidade de ser alterado e de haver liberdade humana.
Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
Neste filme, a concepção de acção humana implícita será o determinismo, até ao momento em que a personagem John Anderton se vê obrigada a provar a sua inocência e que não irá assassinar a vítima como previsto, havendo a partir desse momento liberdade humana.
Há algum espaço para o livre arbítrio? Porquê?
No que se refere à actuação do Sistema Pré-crime, não há espaço para o livre-arbítrio por parte dos futuros homicidas porque as suas acções estão pré-determinadas por acontecimentos sobre os quais não há controle ou forma de os poder alterar. O futuro é inálterável e não há espaço para auto-correcção ou remediação.
Mas de acordo com a vida quotidiana de cada indivíduo, há espaço para o livre-arbítrio porque, embora as acções sejam determinadas por factores físicos e psicológicos, há sempre a possibilidade de alterar o curso das suas acções.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
De acordo com as teorias sobre a liberdade, a que estaria em jogo seria a que se insere no livre-arbítrio, dado que neste filme a capacidade de escolher e de optar como agente é limitada.
10ºO Catarina Fabricante nº9
Será que o Sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
De acordo com o filme "Relatório Minoritário", o sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo, porque os pré-Cogs vêem o futuro e nunca se enganam, fazendo não haver falhas e em 6 anos nunca haverá um assassinato.
O determinismo do sistema pré crime é algo que não pode haver o menor indício de falibilidade, quer dizer que não dá alternativa ou escolha ao assassino.
Nesse momento em que o assassino vai realizar o assassinato, ele poderá chegar à conclusão que está a fazer mal, mas como os pré-cogs nunca falham, poderá levar alguém inocente.
Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
A concepção humana que está implícita neste filme é algo que ele vê e não concorda, fazendo-o agir contra o Sistema Pré-crime e conseguir ter acesso ao futuro para tentar muda-lo.
Quando este diz que não iria matar Leo Crow pois nem o conhecia, mas que no seu futro estava destinado a matá-lo, isto talvez possa ir contra a sua educação e princípios.
Assim John teria um futuro alternativo, podendo escolher se mudaria o seu destino ou não pois os seres humanos têm live-arbítrio tendo consciência que a sua liberdade tem um limite.
Há algum espaço para o livre arbítrio? Porquê?
Há quando o John tem liberdade ou livre arbitrío de escolha de matar o Leo Crow ou não, mesmo sabendo tudo o que ele fez ao seu filho, com a ajuda da Agatha, ele chegou a uma conclusão, não o matar, porque se ele tivesse matado pelas suas próprias mãos, ele tinha seguido o destino do sistema Pré-Crime.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
De acordo com os varios tipos de liberdade estaria em jogo o livre-arbítrio, neste caso ele tinha capacidade de escolher ou agir da melhor forma, com a ajuda da Pré cog também.
Michael Amaral 10ºO Nº21
-Será que o Sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Poquê?
-Sim, porque este determina que as pessoas estão condicionadas pelos crimes que irão praticar sem qualquer possibilidade de se manifestar livremente em relação ao crime que supostamente vai praticar, logo, não temos qualquer poder de controlo sobre aquilo a que estamos destinados e o que filme mostra e que quando agimos livremente para tomar uma posição sobre o crime estamos a ir para além das nossas capacidades.
-Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
-A concepção da acção humana implícita é o determinismo porque a personagem principal tenta demonstrar que está inocente num crime que lhe foi destinado e isso revela liberdade no sentido de ter uma posição a tomar sobre o assunto.
-Há algum espaço para o livre arbítrio? Porquê?
-Não, porque não existe opção de escolha ou livre-arbítrio sobre os crimes por parte dos criminosos ou seja o facto de tentarmos impedir algo de acontecer não altera o facto de que isso ia acontecer.
-E que tipo de liberdade estaria em jogo?
-Está em jogo a liberdade de se poder escolher em alterar o futuro no sentido de podermos escolher se praticamos ou não um crime.
Fernando Costa nº11 10ºO
Trabalho de Filosofia, página 60 Manual
• Sim, o sistema Pré-Crime pressupõe determinismo porque as pessoas estão determinadas a fazer algo que resulta das suas acções anteriores e é isso que os Pré-Cogs vêm quando uma pessoa tentar matar outra e é nessas visões que o sistema Pré-Crime se baseia para actuar.
• Este filme diz-nos que a acção humana não é livre, ou seja, as nossas acções são controladas. O filme mostra-nos que quando alguém tenciona matar uma pessoa, os Pré-Cogs vêm e os agentes do sistema Pré-Crime prendem o futuro assassino, não por ter cometido um crime, mas sim por o ir cometer.
• O livre-arbítrio era quase nulo porque a partir do momento em que os Pré-Cogs viam o homicídio de alguém e o assassino, os agentes impediam-no de cometer o crime, mesmo que este pudesse alterar o seu futuro. Para todos, assim que os Pré-Cogs vissem o homicídio, o destino do assassino estava definido, ser preso. No caso de John Anderton, ele teve a possibilidade de escolher entre matar ou não Leo Crow. Ele escolheu não o matar porque sabia que matá-lo era errado. Ao fazer essa escolha, ele provou que o sistema não era perfeito. No final do filme, o director do sistema encontra-se numa festa, e John, que entretanto descobriu toda a verdade sobre a morte do filho, mostra a todos que o sistema Pré-Crime não funciona como diziam funcionar, que tinha falhas e também que o director utilizou um “eco” para matar uma pessoa, já depois de o sistema estar a funcionar. Entretanto os Pré-Cogs vêm que John vai ser morto pelo director. Quando este está com a arma apontada a John, decido também que todos devem ter a oportunidade de escolha e suicida-se, mostrando também que o sistema não é perfeito.
• A liberdade de escolha humana, das decisões tomadas a partir das nossas acções e a liberdade de ainda pudermos viver
Ricardo Almeida 10ºO nº23
• Sim, o Sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo porque os pré-cogs viam o futuro com base em acontecimentos anteriores, e tudo o que eles viam tinha uma causa e uma explicação em acontecimentos anteriores.
Toda a acção e toda a existência humana estão irremediavelmente pré-determinadas por acontecimentos e causas às quais não possui qualquer poder ou controle e os pré-cogs conseguiam fazer isso, daí haver determinismo.
• Ao ter acesso ao Futuro e por conseguir mudá-lo John talvez fosse contra as condicionantes socioculturais.
O seu Futuro estava destinado a matar Leo Crow, mas John diz que não o iria matar pois nem o conhecia. John teria um Futuro alternativo, pois poderia mudar o seu destino (matar ou não matar Leo Crow), porque todos os seres Humanos têm livre arbítrio porque sabem que a sua liberdade tem um limite.
John escolhe não matar Leo Crow, este é que pega não arma de John e atira a si próprio.
John teve o poder de decisão.
• Sim, há espaço para o livre arbítrio porque John tem o poder de opção, a capacidade e a possibilidade de agir apesar de quaisquer obstáculos ou determinismos.
Por exemplo quando John “rouba” uma pré-cog ele tem obstáculos a enfrentar, mas mesmo assim ele escolhe levá-la na mesma, ou seja, à um espaço de manobra para a sua decisão independentemente qualquer que seja.
• O tipo de liberdade em jogo é a liberdade moral, porque dá a possibilidade de escolher entre vários actos de acordo com a sua natureza e consequências. A liberdade moral é o sentimento subjectivo do agente quer no momento de decisão quer em exame retrospectivo, a sua decisão é livre e de que poderia se tivesse escolhido decidir de forma diferente.
Por exemplo John poderia não ter escolhido “roubar” a pré-cog, mas mesmo assim foi livre de escolher e “roubou-a”, independentemente das consequências.
Adriana Fragata 10ºO Nº1
Será que o Sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Poquê?
Sim, prossupõe uma espécie de determinismo porque os Pré-Cogs previam o que acontecia sendo o que vêm uma acção de um agente que resoltou de acontecimentos anteriores. O determinismo é assim defendido pelos Pré-Gogs (que vêm o futuro dado a serem "especiais") pois estes determinam-no ao dizer que vai acontecer.
Assim os polícias tentam intervir em "algo" que vai acontecer no futuro evitando que aconteça estando a contradizer o determinismo porque ao impedirem aquela acção de acontecer, o futuro mesmo estando determinado é interferido pelos polícias e acaba por não acontecer.
Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
Neste filme está implicita a consciência de que qualquer um pode ter um futuro alternativo. Neste caso John (actor principal e polícia do Sistema de Pré-Crime) através de uma Pré-Cog vê que estava envolvido num homicídio, no filme este tem a intenção de encontrar Leo Crow (sua vítima) pois john nunca o vira na sua vida e queria saber o porquê de o matar.
John tem a possibilidade de escolher se quer um futuro alternativo ao que sabe que está programado para acontecer, pois os seres humanos têm livre-arbítrio por terem consciência de que a sua liberdade tem um limite. John ao dizer a Agatha (Pré-Cog que o ajuda) que não iria matar Leo Crow porque nem o conhecia, só queria saber o porquê pois também o que lhe fazia confusão é que o que estava destinado ele fazer no futuro talvez iria contra os seus príncipios e educação (condicionantes socio-culturais), acabando assim por optar pelo seu futuro alternativo, o seu relatório minoritário.
Há algum espaço para o livre arbítrio? Porquê?
Há, pois ao longo do filme John tem de tomar muitas decisões. Se não tivesse livre-arbítrio estava condicionado a uma só opção, não podendo optar pelas outras alternativas disponíveis de acordo com a sua liberdade proporcionando-lhe o seu futuro alternativo. Pois o livre-arbítrio é o poder de opção de cada agente, de capacidades e possibilidades de agir apesar de qualquer obstáculo.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
Estaria em jogo a liberdade de escolha pois este pode escolher se segue o seu futuro como já estava destinado ou se o muda, tendo sempre consciência das consequências da sua escolha, pois ao sermos humanos com livre-arbítrio sabemos que todas as opções que tomarmos terão consequências.
Se não houvesse liberdade de escolha cada um iria seguir o seu futuro tal e qual como os Pré-Cogs o viram, sendo assim, John teria optado por matar Leo Crow em vez de não o fazer, e até mesmo o Presidente do Sistema de Pré-Crime teria morto John como na visão dos Pré-Cogs e não a si mesmo como acabou por acontecer dado á liberdade de escolha deste mesmo, podendo optar por mudar o futuro.
Inês Feiteira, 10ºO nº16
1. Será que o sistema Pré - Crime prussupõem alguma espécie de determinismo ? Porquê?
No filme Relatorio Minoritario encontra se determinismo porque este interfere na liberdade humana.
As acções humanas sao determinadas pelos pré cogs. Assim conclui - se que no sistema Pré - crime encontra - se determinismo porque as acções e crimes futuros são controlados.
2 - Qual é a concepção humana ?
A concepção humana encontrada no filme é o determinismo; quando o actor Jonh Anderton, muda o seu rumo, não cometendo o homicidio. Também se encontra liberdade humana apartir do momento em que ele pude escolher entre provar a sua inocencia ou nao.
3 - Há algum espaço para o livre - arbitrio ? Porquê ?
O livre - arbitrio praticamente não existe, apartir do momento em que as acções já estão pré - determinadas e há um controle no futuro que não pode ser alterado ou remediado. Mas no dia - a - dia um individuo poderia ter a possibilidade de alterar o seu rumo/acções.
4 - Que tipo de liberdade estaria em jogo ?
O tipo de liberdade que estaria em jogo era o livre arbitrio.
Filipa Ribiro - 10º O
Será que o Sistema Pré-crime pressupõe de alguma espécie de determinismo? Porquê?
O Sistema Pré-crime não pressupõe de alguma espécie de determinismo. Porque, por exemplo, nos homicídios, as acções humanas eram conhecidas através dos Pré-Cogs e os agentes do Sistema Pré-crime conseguiam impedir o homicídio.
Qual é a concepção da acção humana que está implícita neste filme?
O conceito de acção humana que está implícito no filme é o Libertarismo. Pois todas as acções eram determinadas e podiam alterar o curso dos acontecimentos do mundo dependendo da decisão a tomar em relação às acções.
Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
Há espaço para o livre-arbítrio porque cada pessoa, ao saber o seu futuro, tem opção de escolher se quer praticar a acção que viu para o seu futuro ou se quer evitá-la e praticar outra diferente.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
O tipo de liberdade que estaria em jogo seria o Indeterminismo, pois sabendo o futuro, não sabemos se iremos fazer as mesmas acções quando chegar a altura. As nossas acções passam a ser indeterminadas. Por outro lado também estaria em jogo o Libertarismo pois as nossas acções resultam de decisões racionais, e qualquer que fosse as acções que iríamos escolher praticar poderia alterar o curso dos acontecimentos do mundo.
Rui Duarte Nº25 10ºO
-> Será que o Sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
Sim, o sistema pré-crime pressupõe uma espécie de determinismo uma vez que os acontecimentos do filme, mais precisamente os crimes previstos pelos Pré-Cogs, ocorrem como se já estivessem fixados num plano sobrenatural ou pelas leis da Natureza. Todos os acontecimentos eram rigorosamente determinados por aqueles que os precediam ou acompanhavam, sendo a sua ocorrência necessária e não aleatória, e sobre os quais não se possuía qualquer poder ou controle. Ou seja após a previsão de um crime, o suposto criminoso não poderia alterar o seu futuro, impedindo a possibilidade de haver liberdade humana para alterar os acontecimentos.
-> Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
A concepção humana implícita no filme está relacionada com o determinismo, no qual está estipulado que as nossas acções são pré-determinadas e sobre as quais não temos controlo. No entanto passa a haver liberdade humana a partir do momento em que Jonh consegue alterar o seu futuro, não matando Leo Crow, apesar de tudo apontar que ele estava destinado a isso. Jonh teve a possibilidade de escolher um futuro alternativo ao que sabe que estava programado a acontecer.
-> Há algum espaço para o livre arbítrio? Porquê?
Uma parte do filme leva-nos a crer que não, porque a partir do momento em que um crime era previsto, o suposto assassino não tinha forma de fugir ao seu destino e era preso para se impedir a realização do delito. No entanto, a determinada altura, passando a haver liberdade humana e espaço para o livre arbítrio – capacidade de opção e de tomada de decisão, uma vez que Jonh prova que há sempre a possibilidade de alterar o curso das suas acções, e escolhe não mata Leo Crow, apesar de tudo apontar que ele estava destinado a isso.
-> E que tipo de liberdade estaria em jogo?
A liberdade que estaria em jogo seria liberdade humana de escolha e opção.
A liberdade de tomar decisões e agir de maneira diferente do que estaria determinado tendo sempre em mente as consequências das suas escolhas.
No filme, Jonh teve liberdade para alterar o seu futuro uma vez que optou por não matar Leo Crow.
Mafalda Simões, 10ºO, Nº20 ^^
• Será que o Sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
Sim, o Sistema Pré-crime tem que ver com o determinismo, na medida em que o crime é totalmente dependente e condicionado por causas. Causas essas, cuja explicação é dada por acontecimentos anteriores. O determinismo defende que toda a acção e toda a existência humana estão irremediavelmente pré-determinadas por acontecimentos e causas sobre os quais não se possui qualquer tipo de controlo, ao que se vem provar o oposto com a acção dos policias do Pré-crime, onde estes conseguem sempre impedir que os crimes aconteçam, e assim, provar que é possível ter controlo sob os futuros assassinos, os deterministas também defendem que a liberdade não passa de uma ilusão, e mais uma vez, no filme, é provado o contrário aquando o polícia opta por não matar o que até então pensava ser aquele que tivera raptado o seu filho.
Assim, o Sistema Pré-crime relaciona-se com o determinismo, na parte “infalível”, as previsões dos Pré-Cogs, e apenas nessa, visto que os polícias deste Sistema impedem que tais previsões ocorram verdadeiramente com sucesso.
• Qual é a concepção de acção humana que está implícita neste filme?
Acção é uma interferência consciente e voluntária de um ser humano (o agente) no normal decurso das coisas, que sem a sua interferência seguiriam um caminho diferente. Assim, essa interferência (pelos polícias do Pré-crime) naquele que deveria ser o crime, leva à sua não ocorrência e permite que não hajam crimes em Washington D.C., estado em que actua o Sistema.
• Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
Penso há espaço para o livre-arbítrio, porque John sabia, através das previsões dos Pré-Cogs que iria matar Leo Crow, indivíduo este que nem sequer conhecia. A capacidade de escolha que ele, enquanto ser humano possui permitiu-lhe impedir que matasse Leo e assim, contrariar as previsões dos Pré-Cogs, contribuindo contudo para a falha do Sistema até então infalível.
• E que tipo de liberdade estaria em jogo?
A liberdade que está em jogo no filme “Relatório Minoritário” é a liberdade de escolha, visto que, como seres humanos, os futuros assassinos têm a possibilidade de escolher se querem ou não praticar uma acção, se querem ou não matar alguém. Assim John reconhece como sua obrigação não matar Leo Crow, pois iria contra os seus valores e ideais, porque o polícia havera dito anteriormente que não iria matar Leo, e até a sua profissão consistia no impedimento da ocorrência de crimes.
Patrícia Martins 10ºO nº22
- O Sistema Pré-crime presupõe uma especia de determinismo, que é o determinismo absoluto. Porque no determinisbo absoluto nao ha espaço para manisfestar qualquer tipo de liberdade, que é o que acontece no filme (relatório minoratário), o Pré-crime denuncia os crimes mesmo antes de serem cometidos, e por isso os pressupostos criminosos nao têm a hipotese de optar por ecolher nao cometero crime.
- Numa primeira fase do filme a concepção que está implicita no filme é o determinismo, porque os trabalhadores do pré-crime nao dao a opotunidade ao pressuposto criminoso de oscolher nao cometer o crime, como ja foi dito antes. Numa segunda fase do filme a concepção que esta implicita no filme é o livre arbitrio porque a personagem principal decide nao cometer o crime que lhe foi atribuido.
- Não, nºao há espeço para o livre arbitrio porque nenhum dos pressupostos criminossos tinha a oportunidade de escolher entre cometer ou nao o crime.
- O tipo de liberdade que estaria em jogo seria o livre arbitrio onde os pressupostos criminosos poderias escolher entre cometer ou nao o crime que o pré-crime previu
Frederico Franco Nº14 10º O
Será que o Sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo?
Sim, o Sistema Pré-crime tem que a ver com o determinismo, na medida em que o crime é totalmente dependente e condicionado por causas. Causas essas, que a explicação é dada por acontecimentos acontecimentos anteriores. O determinismo defende que a acção e toda a existencia humana estão irremediavelmente pré-determinadas por acontecimentos e causas sobre os quais não se possui qualquer tipo de controlo, ao que se vem a provar o oposto com a acção dos policias do Pré-crime, ond estes conseguem sempre impedir que os crimes aconteçam, assim é que é possivel ter controlo sob futuros assassinos, os deterministas também defendem que a liberdade não passa de uma ilusão, e mais uma vez, no filme, é provado o contrário aquanto o policia opta por não matar o que até então pensava ser aquele que tivera raptado o seu filho.
Assim, o Sistema Pré-crime relaciona-se com o determinismo, na parte "infalível", as previsões dos Pré-Cogs, e apenas nessa, visto que os policias deste Sistema impedem que tais previsões occoram verdadeiramente com sucesso.
Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
Acção é uma interferência consciente e voluntária de um ser humano(agente) no normal decurso das coisas, que sem a sua interferência seguiriam um caminho diferente. Assim, essa interferência(ocorrida pelos policias do Pré crime) naquele que deveria ser o crime, leva à sua não ocorrência e permite que não hajam crimes em Washington D.C, estado em que actua o Sistema.
Há algum espaço para o livre-arbítrio?Porquê?
Penso que há espaço para o livre-arbítrio, porque John sabia, através das previsões dos Pré-cogs que iria matar Leo Crow, indivíduo que nem conhecia. A capacidade de escolha que ele , enquanto ser humano possui permitiu-lhe impedir que matasse Leo, contrariando as previsões dos Pré-cogs, fazendo falhar o Sistema que até lá era infalível.
E tipo de liberdade estaria em jogo?
A liberdade que está em jogo no filme "Relatório Minoritário" é a liberade moral, visto que esta se manisfesta na adesão a valores e implica a orientação da conduta pela razão, que estabelece metas para a própria existencia. Em sentido moral traduz a orbigação da pessoa, ou sujeito moral, de se orientar pelos valores e ideais que a razão reconhece como bons e a partir dos quais estabelece os fins ou as etas que dão sentido a sua existencia. John reconhece a sua obrigação em não matar Leo Crow, pois iria contra os seus valores e ideais, porque o polícia havera dito anteriormente que não iria matar Crow, e até a sua profissão consistia no impedimento dos crimes.
Pedro Santos nª28 10ºO
1-Sim, o Sistema Pré-crime tem que ver com o determinismo.
O determinismo defende que toda a acção e toda a existência humana estão irremediavelmente pré-determinadas por acontecimentos e causas sobre os quais não se possui qualquer tipo de controlo, ao que se vem provar o oposto com a acção dos policias do Pré-crime, onde estes conseguem sempre impedir que os crimes aconteçam, e, provar que é possível ter controlo sob os futuros assassinos, os deterministas também defendem que a liberdade não passa de uma ilusão, e mais uma vez, no filme, é provado o contrário aquando o polícia opta por não matar o que até então pensava ser aquele que tivera raptado o seu filho.
2-Neste filme, a concepção de acção humana implícita que num momento em que a personagem John Anderton ( agente) se vê obrigada a provar a sua inocência.
3-Penso que sim pois através das previsões dos Pré-Cogs que iria matar Leo Crow. John tinha a capacidade de escolha, enquanto ser humano permitiu-lhe impedir que matasse Leo e assim, contrariar as previsões dos Pré-Cogs, contribuindo contudo para a falha do Sistema.
4- A liberdade que está em jogo no filme “Relatório Minoritário” é a liberdade de escolha pois podemos alterar o futuro no sentido de podermos praticar o crime ou não.
Joana Gomes 10ºO nº17
• Sim, o sistema Pré-Crime pressupõe determinismo porque as pessoas estão determinadas a fazer algo que resulta das suas acções anteriores e é isso que os Pré-Cogs vêm quando uma pessoa tentar matar outra e é nessas visões que o sistema Pré-Crime se baseia para funcionar.
• Este filme diz-nos que a acção humana não é livre, ou seja, as nossas acções são controladas. O filme mostra-nos que quando alguém tenciona matar uma pessoa, os Pré-Cogs vêm e os agentes do sistema Pré-Crime prendem o criminoso, não por ter cometido um crime, mas sim porque ia cometer um crime.
• O livre-arbítrio era quase nulo porque a partir do momento em que os Pré-Cogs viam o homicídio de alguém e o assassino, os agentes impediam-no de assassinar a sua vítima, mesmo que este pudesse ter um futuro alternativo. Para todos, assim que os Pré-Cogs vissem o homicídio, o destino do assassino estava definido, embora pudesse não ser bem assim. No caso de John Anderton, ele teve a possibilidade de escolher entre matar ou não Leo Crow. Ele escolheu não o matar porque sabia que matá-lo era errado. Ao fazer essa escolha, ele provou que o sistema não era perfeito. No final do filme, o director do sistema encontra-se numa festa, e John, que entretanto descobriu toda a verdade sobre a morte do filho, mostra a todos que o sistema Pré-Crime não funciona como diziam funcionar, que tinha falhas e também que o director utilizou um “eco” para matar uma pessoa, já depois de o sistema estar a funcionar. Entretanto os Pré-Cogs vêm que John vai ser morto pelo director. Quando este está com a arma apontada a John, decido também que todos devem ter a oportunidade de escolha e mata-se a si próprio, mostrando também que o sistema não é perfeito.
• A liberdade de escolha humana, das decisões tomadas a partir das nossas acções e a liberdade de ainda pudermos viver
Inês Pires Carreiro, nº15, 10ºO
Será que o Sistema Pré-Crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
No Sistema Pré-Crime existe determinismo, porque não é usado a sua vontade, a inteligência, nem a consciência para evitar,mas por outro lado os pseudo-criminosos são presos de forma a não poderem cometer o crime.
Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
A concepção humana implíta no filme é o determinismo, até quando o Jonh Anderton mostra a sua inocência, não assasinando a vítima, e desde aí passa a haver liberdade humana.
Há algum espaço para o livre arbítrio? Porquê?
No Sistema não tinham a possibilidade de livre arbítrio, porque os agentes do pré-crime chegavam sempre antes do homícidio, impedindo-os de tomar a decisão de cometer o crime ou não.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
O tipo de liberdade que estaria em jogo era o indeterminismo, porque os criminosos eram impedidos de poder escolher antes do acontecimento.
Beatriz Moita nº5 10ºO
Joana Mechas 10ºO Nº18
Sim. O sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo porque ele é uma espécie de doutrina que diz que todos os factos do universo físico, incluindo a própria história humana, são absolutamente dependentes e condicionados por causas. O pré-crime mostra-nos isso mesmo. Eles (policias do departamento de pré-crime) sabem quem vai ser o futuro assassino e a futura vitima e impedem que o crime aconteça como se fosse o destino das pessoas.
A concepção da acção humana que está implícita neste filme é quando John Anderton tem o poder de escolher se mata ou não o homem que disse ter raptado o seu filho (Leo Crow). Neste caso John optou pela escolha certa mas se tivesse optado por assassinar o homem teria de acartar com as consequências do seu acto (teria de ter a responsabilidade da sua decisão).
Sim, há espaço para o livre-arbítrio porque o pré-crime criado com um futuro determinado, mas não e verdade. Há um futuro alternativo e isso é mostrado no filme quando John pode disparar contra Leo Crow mas não o faz. A partir do momento em que John não dispara o sistema pré-crime acaba. Fica então concluído que há liberdade de escolha e que não há determinismo.
O tipo de liberdade que estaria em jogo era o livre-arbítrio porque mostra que o futuro não está programado e nos temos liberdade de escolha.
1- Será que o Sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Poquê?
De acordo com o filme "Relatório Minoritário", o sistema pré-crime prevê duas espécies de determinismo. Para os Pré-Cogs trata-se de um determinismo radical pois eles nunca se enganam em relação aos acontecimentos futuros, não conhecem nenhum destino alternativo para os acusados.Para estes todos os acontecimentos, mesmo as opções humanas, são causados por acontecimentos anteriores e, assim, não podem ser alterados.
Para os acusados estamos perante um determinismo moderado uma vez que, como não têm conhecimento do seu futuro (como têm os pré-cogs), poderão escolher fazer outra coisa se quiserem.Apesar da vontade humana ser determinada é livre, quando não for obrigada a escolher uma determinada opção.
2- Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
Neste filme a concepção humana implicita é o determinismo , pois, de acordo com a tese compatibilista, o facto de John poder decidir não matar é compatível com o determinismo, pois esta acção é determinada mas não constrangida, ou seja, acaba por ser uma acção livre.
3- Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
O filme mostra que para o sistema Pré-Crime não existe nenhum espaço para o livre-arbítrio pois se os pré-cogs vêm que as pessoas vão cometer um crime, prendem-nas. As suas acções estão pré-determinadas por acontecimentos sobre os quais não há controle ou forma de os poder alterar.
Para os futuros criminosos existe livre-arbítrio. Por isso o Jonh pode decidir não matar o Leo, apesar de todos os acontecimentos anteriores.
4- E que tipo de liberdade estaria em jogo?
A liberdade que está em jogo no filme “Relatório Minoritário” é o livre-arbítrio, a liberdade de escolha e opção, visto que, como seres humanos, os futuros assassinos têm a possibilidade de escolher se querem ou não praticar uma acção, se querem ou não matar alguém. A liberdade de tomar decisões e agir de maneira diferente do que estaria determinado tendo sempre em mente as consequências das suas escolhas.
Jonh teve liberdade para alterar o seu futuro uma vez que optou por não matar Leo.
Filipa Ventura Godinho, 10ªP, nº4
Julgo que existe uma espécie de determinismo neste sistema, porque o sistema acreditava que as situações já estavam previamente definidas antes de acontecerem, tal como podemos verificar através do seguinte excerto de diálogo retirado do filme:
John- Você está sempre a falar sobre predeterminação. [uma bola rola sobre o balcão,Witwer apanha-a.]
John- Por que é que a apanhou^?
Witwer- Porque ela ia cair.
John- Tem a certeza?
Witwer-Claro.
John-Mas não caiu. Você apanhou-a. O facto de você ter impedido algo de acontecer não muda o facto de que esse algo ia acontecer.
É necessário ter-se em conta que determinismo designa a teoria segundo a qual tudo está determinado, isto é, submetido a condições necessárias e suficientes, elas próprias também determinadas. Uma relação é determinada quando existe uma ligação necessária entre uma causa e o seu efeito; neste sentido, o determinismo é uma generalização do princípio da causalidade, que liga cada acontecimento a um outro. Aplica-se antes de mais aos acontecimentos da natureza e opõe-se ao destino. O tempo que teremos dentro de seis meses não está escrito em lado nenhum: não está ainda determinado; mas sê-lo-á dentro de seis meses. Assim, o determinismo não exclui nem o acaso nem a eficácia da acção. Ao contrário, permite pensá-los. Neste caso, este sistema não pressupõe determinismo, porque se baseia em factos que ainda não aconteceram, mas sim em intenções.
Daniela Silva nº10 10ºO
-Qual é a concepção de acção humana que está implícita neste filme? -Há algum espaço para o livre - arbítrio? Porquê?
A concepção existente neste filme está relacionada com o livre – arbítrio. As nossas acções são sempre determinadas por causas que nos transcendem e sobre as quais não temos qualquer poder. A liberdade é pois uma ilusão. Não sou eu que escolho, mas um conjunto de circunstâncias que escolhem por mim. Apesar de reconhecermos todas estas influências, temos igualmente que admitir que o homem possui sempre alguma margem de liberdade nas suas acções. Não podemos pois falar de actos mecânicos de resposta a estímulos, mas de acções livres. As suas decisões implicam quase sempre escolhas entre uma multiplicidade de opções possíveis. As nossas decisões são pois indissociáveis da nossa liberdade, assim como da responsabilidade moral ou jurídica das suas consequências.
Devido à implementação do pré-crime, os indivíduos são coagidos a não cometer crimes devido a certeza de aplicação de uma sanção, optando por não ter comportamentos desviantes da norma. Apesar de todos os condicionamentos, o homem é um ser livre, pois em última instância é sempre ele que decide agir ou não. Sendo livre pode decidir ajustar-se ou não às regras sociais que encontra. Pode realizar ou não actos que constituem verdadeiras rupturas com os condicionalismos e as solicitações externas ou internas (Liberdade de). Sendo livre toma decisões que têm como objectivo responder à sua necessidade de realização pessoal, em conformidade com o seu próprio projecto de vida (Liberdade para).
Também podemos considerar que dentro da rede conceptual da acção, existe por detrás do enredo, um motivo que explica o facto de se querer procurar as razões de julgar pessoas antes dos crimes estarem cometidos.
-E que tipo de liberdade estaria em jogo? Uma liberdade interior condicionada, ou seja, falta de autonomia face a si mesmo (Liberdade psicológica) e de agir segundo valores livremente escolhidos (Liberdade Moral).
Daniela Silva nº10 10ºO
1. O Sistema Pré-Crime pressupõe um conceito de determinismo pois, este sistema, ao ser criado com o objectivo de prever os crimes minutos antes, faz com que haja uma predeterminação por parte de quem impede o crime. Ou seja, o sistema Pré-Crime condiciona a acção humana, pois ao prevê-la, estamos determinados a impedi-la, sem qualquer manifestação de quem vai praticar o crime e sem mais nenhuma escolha de outro caminho.
2. A primeira parte do filme centra a concepção de determinismo, a partir do objectivo e funcionalidade do Sistema Pré-Crime, pois há uma determinação para impedir o crime previsto, sem qualquer outro caminho de escolha. Na segunda parte do filme é centrada a concepção de liberdade, pois descobrimos que há sempre uma oportunidade em escolher cometer o crime ou não. Em todas as pessoas presas até então, sabemos que podia ter havido a possibilidade de estas terem escolhido não cometer o crime, na altura precisa.
3. Perante o Sistema Pré-Crime há pouco espaço para o livre-arbítrio, pois só estamos perante o conceito de liberdade, quando há a capacidade para agir, sem outra intervenção que a da vontade do ser humano, e neste caso, a decisão cabe a quem vai impedir o crime.
E, também, como o sistema trata de um conceito de determinismo, não há espaço para o livre-arbítrio, na medida em que, ao impedir o crime antes de ser cometido, a pessoa não tem qualquer poder de escolha.
4. A única liberdade que estaria em jogo seria a liberdade moral, que consiste na possibilidade de escolher. A liberdade moral é o sentimento subjectivo de quem vai praticar o crime, ou seja, no momento do crime, a pessoa tem a consciência de que a sua decisão é livre e de que pode escolher outro caminho e decidir de forma diferente.
Esta é a desvantagem do Sistema: ao impedir que o crime aconteça e ao prender o “pré-criminoso”, sabemos que havia a possibilidade da pessoa agir de acordo com a sua liberdade moral e escolher um caminho diferente daquele que era previsto.
Ana Sofia 10ºQ nº3
1. a) A nossa existência está determinada e condicionada á nossa maneira de pensar e das nossas acções, com várias possiblidades de muitas ipoteses de coisas poderem acontecer,
b) Não. O livre-arbítio que é a capacidade de fazer escolhas, se ter a possiblidade de escolher o que fazer, e a existencia de condicionamento é exactamente o oposto, condicionamentoi vem de condição logo não haverá escolhas a fazer.
2. a)não vou organizar um debate é claro mas vou comentar a frase. "Eu posso fazer o que eu quero" sim posso sou livre de poder fazer o que quizer ninguem me pode impedir, "mas não posso querer o que quero# agora a palavra "querer" já é uma condição nós não podemos controlar as ecolhas dos outros só porque queremos.
3. Não.
4. Sinceramente não sei porque que eu saiba ainda não me ocorreu a situação.
Joana Gomes 10ºP nº10
1. - Será que o sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? porquê?
sim, porque pressupõem uma vez que o crime já esteja determinado antes de ocorrer, logo não havia opção de escolha do ser humano de fazer ou não o crime.
2. -Qual a concepção de acção humana que está implícita neste filme?
A acção humana neste filme é uma concessionada com uma determinação do destino, ou seja, o destino pré-determinado é acção humana, os pré-cogs previam essa acção, o ser humano era capturado antes do crime ocorrer, isto é, acção já estava determinada sem haver poder de escolha do ser humano.
3. -Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
Não, porque as pessoas eram presas antes de cometer o crime, logo não tinham opção de escolha.
4. -Que tipo de liberdade estaria em jogo?
A liberdade que estava jogo é a liberdade da escolha, porque como prendiam as pessoas antes destas terem cometido os crimes e ao faze-lo tiravam a liberdade das pessoas de cometer ou não cometer o crime.
Ricardo Augusto Nº 23 10ºQ
Este texto fala-nos muito sobre o determinismo, sobre livre-arbitrio, e principalmente sobre a liberdade juridico-politica. Este filme fala dos pré-crime, não deixavam as pessoas escolher entre o matar ou não matar a vítima, tendo a crença de que a maneira como os acontecimentos ocorrem já esta fixada num plano sobrenatural ou pelas leis da natureza, isto sendo o determinismo.
Agora o tema livre-arbitrio, (é um poder de opção do agente, tendo a capacidade e a possibilidade de agir apesar de quaisquer obstáculos ou determinismo), John pode escolher sair do hotel e não conhecer a sua suposta vítima, como tendo opção de ir ao quarto de Leo Crow e matá-lo. Assim se falando neste filme sobre a liberdade jurídica-politica, que é a possibilidade de agir no quadro das leis estabelecidas pela sociedade que definem o conjunto dos direitos e deveres e responsabilidade civil.
Ana Rita nº3 10ºO
No Pré crime,de acordo com este filme,ajudam as pessoas a descobrir os crimes cometidos e o nome das pessoas envolventes desse crime,e ajuda com que as pessoas nao infrijam a lei como os Pré-Cogs( tres pessoas com alteraçoes mentais).
Esta autonomia do ser humano faz com que nao haja liberdade nem determinismo,mas sim,razões para poder falar correctamente de uma complementaridade.
E por esta razão, afirma-se que a liberdade humana apenas terá sentido uma concepção de personalidade.
As condicionantes da acção humana neste filme são as biológicas,culturais,socioculturais e psicologicas.
Não existe nenhum espaço de livre-arbitrio neste filme, pois, a acção livre não é determinada por processos racionais dos nossos pensamentos, mas não somos nós a ter a decisão,mas sim, os envolventes do Pré-Crime é que estão dispostos a isso.
Ana Ferreira nº4 10ºQ
Será que o Sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo?Porquê?
- A meu ver o sistema pré-crime é determinista e muito eficaz na maneira como se anticipa ao crime atravéz das visões dos 3 pré-cogs com grandes capacidades psicológicas que detectam o homicída, a vítima e o local do crime. Mas os Supostos homícidas podem sempre alterar de acordo com a sua consciência. Mas caso isso não aconteca essa pessoa é presa pelo o crime que se iria realizar.
Qual é a concepção de acção humana que está implicita neste filme?
- A concepção de acção humana implicita neste filme é o determinismo até ao dia em que John descobre que irá cometer um crime e luta pela sua liberdade
Há algum espaçopara o livre-arbítrio?Porquê?
- Sim, há espaço para o livre arbítrio porque John tem o poder de opção, a capacidade e a possibilidade de agir apesar de quaisquer obstáculos ou determinismos.
E que tipo de liberdade estaria em jogo ?
- A liberdade de escolher (livre-arbitrio)
João Timóteo 10ºP
Sim, o sistema Pré-Crime pressupõe de uma espécie de determinismo, porque os homicídios que os pre-cog prevêem só ocorrem devido aos factores que determinam aquela pessoa a matar. Como o nome “Pré-cime” indica, esta organização impede os homicídios de se realizarem e prevêem exactamente a hora, o local o assassino e o assassinado, e com isto conseguem impedir que aquele individuo cometa um acção errada. Podemos também verificar assim, que não existe espaço para o livre arbítrio pois os assassinos não têm hipótese de escolher se matam a vítima ou não, pois estes são logo presos, excepto no caso do detective John pois ele ao ver o seu futuro tem a possibilidade de altera-lo e mudá-lo para melhor, e é isso que ele faz, ficando assim inocente de qualquer crime que fosse provocar. Assim concluímos também que existe uma certa liberdade que está em jogo, que é a liberdade de escolha (como já referi mais acima). Os indivíduos não têm a possibilidade ver o seu futuro mas se o vissem talvez o alterassem e aí sim teriam liberdade.
Catarina nº9 10ºQ
Será que o Sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
1. Sim, o Sistema Pré-Crime pressupõe uma espécie de determinismo. Isto acontece pois o pré-crime defende uma ideia em que as coisas estão pré-definidas (determinismo), por outro lado, o sistema pré-crime foge parcialmente á definição de determinismo. Isto acontece porque apesar deste sistema ser fiel e ter como objectivo prevenir o crime existe a possibilidade de erro ou de mudança de opção.
Qual é a concepção de acção humana que está implícita neste filme?
2. No inicio deste filme a ideia que defendem e que tomam como certa é o determinismo. Tudo isto muda quando John Anderton descobre que terá de matar e esse é o seu destino. Com este acontecimento a concepção da acção humana muda para a liberdade, pois o sujeito tem a hipótese de mudar o que é certo, posto isto, ele tem a opção de não matar o homem contestando assim a base do sistema pré-crime.
Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
3. Há espaço para o livre-arbítrio pois, no fim John Anderton teve a possibilidade de decidir se matava Leo Crow, o que acabou por não fazer e no momento em que toma essa decisão, manda “por água abaixo” toda a tese em que o sistema se baseia.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
Liberdade de poder escolher ou não (livre-arbítrio).
Miguel Moisés, 10ºP, nº 19
Será que o Sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
O Sistema Pré-crime era considerado como um método perfeito para a prevenção de crimes, pois informava a polícia sobre o crime antes deste ocorrer. Por funcionar assim, fazia com que as pessoas que supostamente iriam cometer um crime fossem presas quando, tecnicamente, ainda eram inocentes. É nesta questão que o determinismo se aplica, pois era presumido que o facto de certo indivíduo ir cometer um crime era algo pré-determinado, que não se podia alterar.
Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
Uma das concepções presentes na acção humana é a utilização da liberdade de escolha, e é essa a concepção abordada no filme, na medida em que as pessoas não tinham a oportunidade de tomar decisões sobre o seu futuro, acabando por serem presas, quando isso podia ser evitado, se elas tivessem tido conhecimento prévio do que lhes ia acontecer.
Há algum espaço para o livre arbítrio? Porquê?
Não existia espaço para o livre-arbítrio, pelo menos até John descobrir que se podia mudar o futuro determinado pelo Sistema Pré-Crime.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
A liberdade que estaria em jogo seria a liberdade de escolha, ou seja, o livre arbítrio.
Madalena Reis, 10ºP, nº16
Será que o Sistema Pré-Crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
Sim, o Sistema Pré-Crime pressupõe uma espécie de determinismo, pois através dos Pré-Cogs, eles conseguem saber antecipadamente o que irá acontecer, mas ao fazerem-no estão a interferir na liberdade humana. Mas, este sistema, também foge à noção de determinismo, pois se essa pessoa souber o que irá fazer, pode sempre escolher não o fazer.
Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
A concepção da acção humana que está implícita neste filme é o determinismo.
Neste filme o Sistema Pré-Crime é considerado perfeito, pois eles acham que conseguem pré-determinar um crime que, eventualmente, será cometido por alguém e, se o conseguirem fazer, o crime será extinto, provando assim, que o sistema é realmente perfeito.
Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
Segundo o Sistema em si, não há espaço para o livre-arbítrio, pois o futuro nao se altera, logo, os futuros homicídas não tomam decisões por si próprios.
Mas, com o decorrer do filme, apercebemo-nos que há, de facto, espaço para o livre-arbítrio, porque se certa pessoa souber que vai cometer certo crime, essa mesma pessoa, pode tomar a decisão de não o fazer, tal como acontece com Jonh, quando vai ao Hotel encontrar-se com Leo Crow, onde o deveria ter morto a uma certa hora e, tal, não aconteceu.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
O tipo de liberdade que estaria em jogo seria o livre-arbítrio, pois só por as pessoas pensarem em cometer certo crime (ou mesmo que não pensem), são imediatamente interceptadas e presas, não tendo a oportunidade de, sequer, repensarem no assunto, tendo como uma das opções, não cometer o dito crime.
Nesta sociedade, o livre-arbítrio, não seria permitido.
Inês Carnide nº6 10ºP
• Será que o sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
Sim, o sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo, pelo facto de os “pré-cogs” conseguirem prever o futuro, não existindo assim qualquer tipo de crime, pois o mesmo é previsto e interrompido a tempo. Assim, as pessoas que estão destinadas a praticar um crime não têm qualquer poder para mudar aquilo que supostamente iria acontecer, não conseguindo assim agir livremente.
• Qual a concepção de acção humana que está implícita neste filme?
A concepção de acção humana que está implícita neste filme é o determinismo. Pelo facto de Jonh ter o seu futuro “nas suas mãos”. Ele sabia que tinham previsto que iriam matar Leo Crow mesmo não o conhecendo. Acaba por não o matar cedendo assim a liberdade humana.
• Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
O livre-arbítrio não tem espaço, porque a decisão de cometer ou não o crime não está nas suas mãos, está nas de quem o irá impedir.
• Que tipo de liberdade estaria em jogo?
O tipo de liberdade que estaria em jogo era a liberdade de escolha, porque ninguém, perante o crime, tinha liberdade para decidir se queria matar ou não.
Tamára Rosário 10ºQ Nº27
1. Na minha opinião o sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo, porque este sistema, que foi criado com o objectivo de prever os crimes algum tempo antes, origina uma predeterminação de quem impede o crime, assim este sistema faz com que condicione a acção humana, porque ao prevê-la, estão determinados a impedir qualquer acção praticada pelo criminoso
2-Sim, existe uma concepção de acção humana. O determinismo tem valores diferentes ao que se diz ser uma acção, pois vai de encontro à ideia de que as coisas já estão pré-definidas, que nada acontece por acaso, que tu está determinado e não pode ser alterado. Assim o conceito de acção, um acto voluntário que implica uma reflexão dá a oportunidade de mudar o curso das coisas. A atitude de Jonh ao decidir não matar Leo Crow prova que é possível escolher entre vários caminhos, que até ao momento final tudo se pode alterar.
3-No sistema pré-crime, o livre arbítrio e quase inexistente. Ao indivíduo é condicionado a sua liberdade de agir. À partida todos os seus passos são seguidos, não lhe dando espaço de manobra para efectuar as suas acções já pré-determinadas. Ele perde toda a capacidade de acção ao ser impedido de praticar os crimes.
4- A liberdade em jogo seria no momento antes de praticar o crime, poder decidir se o faria ou não. Seria então uma liberdade que lhe e totalmente retirada. Ao pré-determinar que o indivíduo já seja um criminoso mesmo antes de praticar qualquer crime, nunca tem a possibilidade de se arrepender, logo é-lhe tirada a liberdade moral, ficando para sempre acusado de praticar o crime que nunca chegou a acontecer.
Pedro Francisco
Nº18 10ºQ
1. Na minha opinião o sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo, porque este sistema, que foi criado com o objectivo de prever os crimes algum tempo antes, origina uma predeterminação de quem impede o crime, assim este sistema faz com que condicione a acção humana, porque ao prevê-la, estão determinados a impedir qualquer acção praticada pelo criminoso
2-Sim, existe uma concepção de acção humana. O determinismo tem valores diferentes ao que se diz ser uma acção, pois vai de encontro à ideia de que as coisas já estão pré-definidas, que nada acontece por acaso, que tu está determinado e não pode ser alterado. Assim o conceito de acção, um acto voluntário que implica uma reflexão dá a oportunidade de mudar o curso das coisas. A atitude de Jonh ao decidir não matar Leo Crow prova que é possível escolher entre vários caminhos, que até ao momento final tudo se pode alterar.
3-No sistema pré-crime, o livre arbítrio e quase inexistente. Ao indivíduo é condicionado a sua liberdade de agir. À partida todos os seus passos são seguidos, não lhe dando espaço de manobra para efectuar as suas acções já pré-determinadas. Ele perde toda a capacidade de acção ao ser impedido de praticar os crimes.
4- A liberdade em jogo seria no momento antes de praticar o crime, poder decidir se o faria ou não. Seria então uma liberdade que lhe e totalmente retirada. Ao pré-determinar que o indivíduo já seja um criminoso mesmo antes de praticar qualquer crime, nunca tem a possibilidade de se arrepender, logo é-lhe tirada a liberdade moral, ficando para sempre acusado de praticar o crime que nunca chegou a acontecer.
Pedro Francisco
Nº18 10ºQ
• Será que o sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
Sim, o Sistema Pré-Crime pressupõe um conceito de determinismo, neste caso especifico, o crime é inteiramente sujeito e condicionado por causas. O determinismo é a base da concepção, cada acontecimento decorre necessariamente da série de acontecimentos que o antecedem, sobre os quais não se possui qualquer poder ou controle, em que toda a acção e, consequentemente, toda a existência humana estão irremediavelmente pré-determinadas, que tudo está determinado e não pode ser alterado. Esta doutrina filosófica é posta em causa com a influência dos polícias do Pré-Crime, estes têm como objectivo ver com antecipação os crimes, através dos Pré-Cogs, podendo assim exercer controlo sob as situações e os criminosos. Assim após a previsão de um crime, o criminoso não poderia alterar o seu futuro, a sua forma de agir, impedindo a possibilidade de haver liberdade humana para alterar os acontecimentos, logo a acção humana fica condicionada.
• Qual a concepção de acção humana que está implícita neste filme?~~
A concepção de acção humana implícita no filme revela que o determinismo tem valores contrários ao que se diz ser uma acção. Uma acção implica a realização de algo de forma consciente, intencional e voluntária, que interfere no normal decurso das coisas, que assim sendo, se inscreve numa dimensão de liberdade e responsabilidade. A situação presente no filme que melhor descreve esta realidade é precisamente aquela em que Jonh tem a possibilidade de optar por matar ou não Leo Crow, cometer ou não cometer um crime. Assim este teve hipótese de escolher entre as duas opções, optar dentro de certos limites, tendo contudo consciência de que responde pela sua acção, sendo por isso imputável. Até ao momento final tudo se pode alterar, basta que haja uma iniciativa e vontade de mudança.
• Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
Grande parte do filme faz querer que não existe espaço para o livre-arbítrio pois a partir da ideia de que o crime era previsto, não havia forma de alterar o destino, não existia oportunidade de deliberação nem tomada de consciência por parte do assassino, sendo preso com o intuito de defender a possível vitima. Contudo, Jonh demonstra que é possível alterar o curso das acções, que é possível escolher a forma de agir, pois tem capacidade de decidir e executar consoante os seus ideais, evidenciando assim a liberdade humana. A escolha de não matar Leo Crow, possibilitou a falha do Sistema que até então se caracterizava como infalível, demonstrando ser possível mudar o rumo dos acontecimentos mesmo quando estão aparentemente destinados a acontecer.
• Que tipo de liberdade estaria em jogo?
A liberdade presente no filme é a liberdade moral, que consiste na capacidade de escolha entre vários actos de acordo com a sua natureza e consequências. É o sentimento subjectivo de um indivíduo, quer no momento da decisão quer em exame de retrospectiva, de que a sua decisão é livre e de que poderia, se o tivesse escolhido, decidir de forma diferente. Atitude esta adoptada pelo Jonh quando decide optar por outro caminho, não aquele já “programado”, previsto, pelos Pré-Cogs, mostrando ser capaz de ir para além do evidente, capaz de dar um novo rumo à sua vida.
Sílvia 10ºQ nº25
O filme se passa em Washington no ano de 2054. A divisão pré-crime conseguiu acabar com os assinatas, neste sector da policia o futuro é visualizado antecipadamente por paranormais, os precogs, e o culpado é punido antes que o crime se já cometido.
A incerteza inerente ao futuro não nos permite avançar factos sobre um determinado “ futuro acontecimento” mas é exactamente esse futuro que aqui, neste filme, a ciência tenta descobrir, e quer descobrir, com o total apoio de alguns meios políticos, tentando “ ler” esse futuro através dos precogs (humanos que recebem imagens de futuro homicídios). E, na condição de humanos, estes seres têm falhas. Mas quem consegue encontra-lhe essas falhas, sendo o discurso de um presente interrompido por um futuro desconhecido para a própria pessoa em causa?
O amanhã é incógnito e cheio de falhas e escolhas determinadas por alguém – daí a impossibilidade de prever o que quer que seja com certezas.
A ciência trabalha na base de factos reais, ocorridos, já reconhecidos e apreendidos que fundamentam e dão veracidade ás teorias cientificas. Os factos ainda não são confirmados, ainda não ocorrido são, ou poderão ser, falhas no sistema.
A ciência neste campo poderia intervir de formas drásticas na vida quotidiana: é certo que, fazendo com que os cidadãos receassem o futuro e a sua previsibilidade fazendo-as temer as consequências de um acto imoral, poderia aumentar a sua disciplina e moralidade e diminuir as taxas de mortandade; mas este sistema também limita a vida privada e as escolhas das próprias pessoas; finalmente, acima de tudo, as falhas que pudessem estar por trás de um sistema destes podiam trazer consequências gravíssimas e irreparáveis, não só para a própria pessoa envolvida, mas, quem sabe, também para a humanidade, se este tipo de ciência avançasse para outros campos.
O futuro, sendo algo irreal e não concreto, não deveria ser tratado como um assunto científico e muito menos ser usado como sistema que intervém directamente na vida do cidadão, pois levantaria muitos problemas de ordem social e politica. As falhas seriam, ou poderiam ser, muitas, pois a imprevisibilidade humana e a sua capacidade de escolha (liberdade) intervém no seu futuro; e a falibilidade de tal sistema, inerente á consequente utilização dos próprios seres humanos ( o erro humano), poderia ser quase irreparável para a humanidade.
No filme também é discutida e posta em causa a utilização de entes humanos como meio para o funcionamento do sistema – as consequências que sofriam esses humanos e a sua utilização quase escravizada.
joao paiva 10ºQ
Será que o sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
O sistema pré-crime pressupõe uma espécie de determinismo porque através dos pré-cogs, a polícia obtém o que irá acontecer, e assim torna-se possível prevenir o crime, ao interferir antes que ele aconteça. Mas de certo modo, este sistema foge à regra do determinismo porquê tal como no caso do John, que teve a possibilidade da mudança de opção
Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
No inicio do filme, a concepção humana neste filme é o determinismo. Mas quando John Andersen se depara com o que lhe irá acontecer, e muda isso, temos um exemplo de liberdade de escolha.
Há algum espaço para o livre arbítrio? Porquê?
Não, porque pelo sistema pré-crime eles tinham acesso ao futuro, e mudar o futuro não estava nas mãos de quem ia cometer o crime, mas sim de quem o podia impedir. Isto até John tomar conhecimento de que desta vez era ele quem ia cometer o crime, e descobrir que se pode mudar o futuro, por termos a oportunidade de escolher.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
O tipo de liberdade que estava em jogo era a liberdade de escolha/livre arbítrio.
Regina Sofia, 10ºP nº 20
1-o sistema pré-crime pressupoe o determinismo, pois segundo os pre-cogs o crime esta determinado a acontecer, este sistema interfiria com a acção que possivelmente o acosado poderia cometer, no entanto nada garanteria que os "criminosos " fariam verdadeiramente aquilo que os pré-cogs previram.
2-As consepções implicitas neste filme sao o determinismo e a liberdade, uma vez que a personagem principal se ve confrontado com o sistema que ele proprio devendia mas qu durante o decorrer do filme percebe que e imperfeito, pois interfeere com o livre arbitrio.
3-Sim pois todas as pessoas independentemente de irem cometer o crime eram livres, no entanto este sistema nao permitia que a acção se consomasse por completo logo nunca se saberia se o "criminoso" cometeria o crime ou nao.
4- nao tive tempo de fazer
antonio bartolomeu nº5 10 Q
Será que o sistema Pré - Crime pressupõem alguma espécie de determinismo ? Porquê?
No filme que vimos "Relatório Minoritário" encontra se uma espécie determinismo porque este interfere na liberdade humana. As acções humanas são determinadas pelos Pré Cogs. Finalizando no sistema Pré-crime encontra - se o determinismo porque as acções e crimes futuros são controlados por uma mão superior. Assim, as pessoas que estão destinadas a praticar um crime não têm qualquer poder para mudar aquilo que supostamente iria acontecer, não conseguindo assim agir livremente.
Qual é a concepção humana ?
A concepção humana encontrada no filme é o determinismo; pelo facto do actor Jonh Anderton, muda o futuro impedindo a morte de alguém. Também se encontra liberdade humana a partir do momento em que ele não mata o Lee Crow.
Há algum espaço para o livre - arbítrio ? Porquê ?
O livre - arbítrio praticamente não existe, a partir do momento em que as acções já estão pré - determinadas. O livre-arbítrio não tem espaço, porque a decisão de cometer ou não o crime não está nas suas mãos, está nas de quem o irá impedir.
Que tipo de liberdade estaria em jogo ?
O tipo de liberdade que estaria em jogo era o livre arbitrio. Ao pré-determinar que o indivíduo já seja um criminoso mesmo antes de praticar qualquer crime, nunca tem a possibilidade de se arrepender, logo é-lhe tirada a liberdade moral, ficando para sempre acusado de praticar o crime que nunca chegou a acontecer.
Bernardo Matias nº6
1- Sim, porque o determinismo acontece quando alguém está determinado em fazer algo. O sistema Pré-crime via
o futuro através dos Pré-cogs, estes mostravam a vitima e o agressor, nisto via-se o que o agressor ia fazer,
aqui mostrava o determinismo que o agressor transmite fazendo seja o que for. Em certa altura do "Relatório
Minoritário", o agressor é p "John" e a vitima é "Leo Crow" no inicio este pensa que os factos foram trocados
pensando que lhe montaram uma armadilha, mas vai ao local e vê as fotos espalhadas na cama e aí "John" pensa que
afinal não era uma armadilha. Quando está na frente de "Leo Crow", começam a falar e "Leo Crow" acaba por dizer
que tinham montado um esquema e que aquilo esteva tudo planeado. "John" irritado escolhe não matar "Leo Crow", mas
como a familia deste ia ganhar dinheiro caso "John" o mata-se, "Leo Crow" acaba por disparar contra si próprio.
Aqui está um bom exemplo de determinismo.
2- A acção humana implicita neste filme é o determinismo e liberdade porque na primeira parte do filme mostra que
não existe liberdade de escolha era aquilo que ia acontecer e não havia havia alternativa não se podia escolher,
nesta parte existia um maior determinismo. Na segunda parte do filme existe já a liberdade de escolha pois pode-se
escolher o que vai fazer, tendo outra alternativa, um poder de escolha, nesta segunda parte do filme existe um
menor determinismo comparadamente com a primeira parte do filme.
3- Sim, porque neste filme "John" acaba por escolher, e o livre arbitrio é uma opção de escolha. "John" ao ter esta
acção mostra que nada está definido.
4- O tipo de liberdade que estaria em jogo era a liberdade de escolha, pois o filme fala muito sobre da opção de
escolha.
Joana Batalha
10ºP
N-12
Filosofia:
Proposta de Trabalho:
Manual (pág. 60):
Será que o Sistema Pré-Crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
Sim, o sistema pré-crime pressupõe determinismo. O pré-crime defende a ideia que as coisas podem ser definidas (determinismo), mas este sistema foge um pouco à designação do determinismo. No Pré-Crime, o objectivo era prevenir a existência de crime, mas existe possibilidade de erro ou mudança de opção.
Qual é a concepção de acção humana que está implícita neste filme?
Quando o filme começa a concepção da acção humana é o determinismo. Eles defendem a ideia humana que os acontecimentos e as coisas que se passam á sua volta podem ser definidas e realizadas. No meio e no final do filme a concepção da acção humana é a liberdade. As pessoas tomaram consciência que tinham oportunidade de escolha, se soubessem o seu futuro, tinham opções, ou seja, poderiam escolher o que iriam fazer no seu futuro.
Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
Sim, existe espaço para o livre-arbítrio. A liberdade entra em acção. John Anderton teve a opção de escolha, teve que escolher em matar ou não Leo Crown. Escolheu não matar, e isso fez com que o pré-crime, perdesse o significado, ou seja, ele percebeu que as pessoas tinham sempre mais que uma opção, tinham a liberdade de escolha. Acabou de vez com o significado do pré-crime.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
É a liberdade de poder escolher ou não (livre-arbítrio). As pessoas têm todas a oportunidade de poder escolher o que querem. Têm várias opções, ao escolherem uma, eliminam todas as outras opções que tinham, chamamos a esta acção responsabilidade. Onde existe liberdade é obrigatório ter responsabilidade.
Inês Tavares e Débora Tavares n.º 7 e n.º 2 ( stora desculpe só deu para enviar agora, não tinhamos intenet)
-Será que o Sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Poquê?
Sim pressupõe, pois este método foi criado para prever os crimes minutos antes de acontecerem com a certeza que estes iam mesmo acontecer,logo, nao dava aos supostos "criminosos" a hipotese de escolherem se cometiam aquele crime ou nao.
O sistema Pré-Crime condiciona assim a acção humana, porque ao prevê-la, estamos determinados a impedi-la, sem qualquer poder de decisao de quem a vai praticar.
-Qual é a concepção humana que está implícita neste filme?
O determinismo e a liberdade.
Durante grande parte do filme está presente o determinismo, as pessoas pensavam que aquilo que os pré-cogs previam era certo e determinado e sem dúvida ia acontecer, mas no momento em que John contraria essa “certeza” as coisas mudam começando a haver liberdade, existe a hipótese dos “criminosos” não matarem a vítima.
-Há algum espaço para o livre-arbítrio? Porquê?
Sim, existe. A liberdade começa quando John teve o poder de decidir e escolher entre matar ou não Leo Crown. Escolheu então não o matar, e isso fez com que podesse haver liberdade de escolha, abatendo assim a ideia dos pré-crime.
-E que tipo de liberdade estaria em jogo?
A liberdade de escolha, pois os futuros assassinos têm a possibilidade de escolher se querem ou não praticar o crime, se querem matar alguém. Assim John reconhece como sua obrigação não matar Leo Crow, iria contra os seus valores e ideais.
Joana Barra, n11 10p
1- Eu acho que o sistema Pré-crime pressupõe do determinismo, pelas seguintes razões: no início do filme nos podemos observar que o destino das pessoas que iam cometer um assassinato estava determinado, não tinham opção de escolha, era um determinismo radical os seres humanos não tem livre-arbítrio mas ao longo do filme observamos que não era um determinismo radical mais sim moderado porque tudo o que estava predito para acontecer realizou-se menos o acontecimento que predizia que John ia matar aquele homem, no qual ele teve liberdade de escolha.
Em suma podemos dizer que o sistema Pré-crime mostrava ao mundo um sistema infalível, sem falhas sem capacidade de opção, mas depois podemos concluir que o sistema apresentava suas falibilidades porque em alguns dos casos os Pré-cogs discordam uns dos outros e isto nos faz pensar que alguns dos acusados pelo sistema Pré-crime poderiam ter um futuro alternativo.
2-Neste filme está implícita à seguinte concepção de acção, que é o compatibilismo porque a maioria dos acontecimentos estão predestinados como mostram os Pré-cogs por isso podemos dizer que há Determinismo, mas ao mesmo tempo podemos observar no filme que os acusados tinham livre-arbítrio, umas tinham mesmo intenção de matar, outras ainda tinham capacidade de opção, como foi mostrado no filme é por isso que podemos concluir que o compatibilismo é a tese de que o determinismo pode coexistir com o livre-arbítrio.
3-Sim, eu creio que há algum espaço para o livre-arbítrio porque no acontecimento principal em que John está a apontar uma arma ao homem (Leo Crow), ele tem a capacidade de opção e de tomada de decisão do agente, neste caso John. Podemos também dizer que o sistema Pré-crime não dava espaço para o livre-arbítrio, porque o sistema não podia ter falhas, é por isso que os “Minority Reports” eram destruídos, para que não houvesse nenhum tipo de falibilidade. Por isso podemos concluir que o sistema Pré-crime não dava nenhum espaço para o livre-arbítrio, mas ele existia, como foi o caso do John que com muito esforço consegui mostrar que os acusados do sistema poderiam ter livre-arbítrio.
4-Em jogo estão em liberdade a liberdade de escolha ou a liberdade do indivíduo em si, porque para os acusados pelo Pré-crime os indivíduos estão determinados há cometerem o crime mesmo que eles impeçam algo que estava para acontecer, isso não muda o facto de que esse algo ia acontecer. Esta é a forma como eles lidam com os acusados pelo sistema, sem deixar espaço a estes para o livre-arbítrio como diz o sistema.
Em suma podemos dizer que existe espaço para tomar decisões, mas que o sistema não quer dar a mínima ideia disso e temos o exemplo dos “Minority Reports” que são destruídos.
Richard, Pérez. Nº 27 10 O
-Será que o sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo? Porquê?
No filme Relatório Minoritário encontra-se determinismo, porque este interfere na liberdade humana.
O filme diz-nos que a acção humana não é livre, ou seja, que as nossas acções são controladas.
As acções humanas são determinadas pelos Pré-cogs. Assim conclui-se que no sistema Pré-crime encontra-se determinismo porque as acções e crimes futuros são controlados.
Qual é a concepção de acção humana que está implícita neste filme?
A concepção humana encontrada neste filme é o determinismo. Todas as acções neste filme eram pré-determinadas e podiam alterar o percurso dos acontecimentos do mundo dependendo da decisão a tomar em relação às acções.
Há algum espaço para o livre-arbitrio?
Sim, há. Cada pessoa ao saber o seu futuro, tem opção de escolher se quer praticar essa acção que viu ou se quer praticar outra diferente.
Tanto mais que, John sabia através das previsões dos Pré-dogs, que iriaa matar Leo Crow, mesmo não o conhecendo.
E que tipo de liberdade estaria em jogo?
A liberdade humana. A capacidade de agir ou não agir. A possibilidade de fazer o que se quer independentemente das circunstâncias e das condições concretas em que decorre a nossa integração no mundo.
John teve liberdade de escolha para alterar o seu futuro uma vez que optou por não matar Leo.
Dante Fúlvio Antunes da C. Lopes
10º Q Nº12
1-O sistema pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo, pois a equipa do Pré Crime partia do princípio que os acontecimentos estavam pré-definidas e que não havia opção de escolha do ser humano de fazer ou não o delito, sem ter em conta que a nossa entidade esta regulada para incrementar e pensar nas coisas que poderiam acontecer se tal delito fosse feito tendo medo das represálias ou da pena sujeita.
2-Neste filme, a concepção de acção humana implícita será o determinismo, pois a personagem John Anderton vê-se obrigada a provar a sua inocência e a provar que não irá assassinar o homem previsto pelos pré-cogs destruindo todo o sistema e garantido novamente a liberdade de cada pessoa.
3-Há, pois ao longo do filme John toma varias deliberações. Caso contrario estava limitado a uma só escolha, Pois o livre-arbítrio é poder escolher diversas possibilidades de agir e pensar.
4-O tipo de liberdade em jogo e a liberdade de escolha pois esta (“policia especial”) interferia nas opções que cada um podia fazer e escolher se realmente matava ou não uma (s) determinada (s) pessoa (s)
- será que o sistema Pré-crime pressupõe alguma espécie de determinismo ? porquê ?
na minha opinião após ter visto o filme tirei a conclusão de que sim pois sabendo que os pré cogs prevêm os crimes estes interferem na liberdade humana e de interferem tambem na organização da lei, estes fazem com que uma pessoa nao se atreva a realizar qual quer tipo de crime pois sabem que serão apanhados antes sequer de o fazerem
logo Toda a acção e toda a existência humana estão irremediavelmente pré-determinadas.
Logo, não há ponderação sobre as escolhas que poderão ser tomadas, fazendo com que não haja liberdade de alterar um acontecimento, impedindo assim a possibilidade de ser alterado e de haver liberdade humana.
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- qual a concepção humana que está implícita neste filme ?
a acção humana implícita neste filme é que qualquer um pode ter um futuro alternativo.
neste caso, john que vê atravez da previsão de um pré-cog que estará envolvido num futuro crime, e por isso john procura a pessoa que mais tarde john sabe que irá matar e procura-o para saber o motivo que o faz matar Leo Crow. No caso de john ele pode escolher entre matar uma pessoa que não conhece ou tomar a decisão mais acertada e não procurar a pessoa pois os humanos têm livre-arbítrio por terem plena consciência que a sua liberdade tem um certo limite mesmo assim john arrisca achando que não vai o vai fazer acabando por fazer aquilo que lhe estava destinado.
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há algum espaço para o livre-arbítrio? porque ?
não há espaço para o livre-arbítrio da parte dos homicidas porque as suas acções estão pré-determinadas por acontecimentos sobre os quais não há controle ou forma de os poder alterar, fora do filme há, claro, pois apesar de haver acções determinadas há sempre possibilidade de alterar o curso das suas acções.
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que tipo de liberdade estaria em jogo ?
é a liberdade moral, porque dá a possibilidade de escolher entre vários actos de acordo com a sua natureza e consequências,dado que neste filme a capacidade de escolher e de optar como agente é limitada, e a liberdade de escolha, visto que, os futuros assassinos têm a possibilidade de escolher se querem ou não praticar uma acção e também se querem ou não matar alguém.
Inês Niny 10º P nº8
(peço desculpa ter entregue apenas agora o meu trabalho, mas pedia que o lê-se mesmo assim, pois como lhe tinha dito, tive um tempo sem computador e não tinha qualquer tempo livre para ir á biblioteca para o realizar, obrigada).
Racismo e Xenofobia
Racismo é a descriminação racial onde as pessoas desvalorizam uns aos outros por possuírem a cor da pele diferente. O racismo começou já há muito tempo como por exemplo na época da escravatura e foi-se transmitindo de geração em geração e ocorre até aos dias de hoje.
O racismo não é teoria científica, é o conjunto de opiniões pré formadas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, onde alguns acreditam ser superiores aos outros tendo em conta a diferença da cor da pele. A convicção da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão.
Xenofobia é o medo em aceitar determinadas culturas e religiões tornando-se assim num acto preconceituoso.
Em alguns países da Europa muitas das vezes os emigrantes são alvos da xenofobia e do racismo, não só na Europa mas na África do sul também é visível.
O racismo não nos leva a lado nenhum só origina separação na sociedade humana, e não é agradável ver indivíduos da mesma espécie divididos. Pois raça só existe uma que é a raça humana.
A solução para isso é pensarmos que “somos todos iguais” com os mesmos direitos e deveres.
Tarsiana Dumba 10Q nº 28
O racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras. Onde existe a convicção de que alguns indivíduos e sua relação entre características físicas hereditárias, e determinados traços de carácter e inteligência ou manifestações culturais, são superiores a outros.
O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com sua matriz racial. A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade.
Os racistas definem uma raça como sendo um grupo de pessoas que têm a mesma ascendência. Diferenciam as raças com base em características físicas como a cor de pele e o aspecto do cabelo. Investigações recentes provam que a “raça” é um conceito inventado. A noção de “raça” não possui qualquer fundamento biológico. A palavra “racismo” é igualmente usada para descrever um comportamento abusivo ou agressivo para com os membros de uma “raça inferior”. Na minha opinião o racismo, é também usado por pessoas que se sentem inferiores a outras, e usam o racismo como uma desculpa para dizerem que são superiores a tudo e a todos que não sejam da mesma raça.
Xenofobia quer dizer aversão a outras raças e culturas. Muitas vezes é característica de um nacionalismo excessivo. A xenofobia é um medo intensivo, descontrolado e desmedido em relação a pessoas ou grupos diferentes, com as quais nós habitualmente não contactamos. A atitude perante o "outro" depende em larga medida de uma sobreposição, por vezes contraditória, de identidades, influências e lealdades, cuja interacção resulta numa disposição particular para a cooperação transnacional. De forma a podermos combater os impulsos conflituosos que derivam de todo este contexto, é preciso encontrar o que Talcot Parsons chama de "core system of shared meaning".
É preciso, nacional e internacionalmente, promover um relacionamento institucional, económico, político, social e inter-pessoal coerente.
Esta coerência passa pelo reforço da interculturalidade. E esta assenta no conhecimento do "outro", daí a sua importância fundamental no combate ao racismo e à xenofobia, que assentam em preconceitos resultantes do desconhecimento ou conhecimento deturpado.
A interculturalidade é uma batalha a ganhar gradualmente e vários são os campos onde podem ser levadas a cabo acções decisivas. A Educação é, sem dúvida, uma das áreas onde numerosas vitórias podem ser conseguidas. Não é, na verdade, uma tarefa fácil mas é certamente uma das vias a seguir dada a sua influência estrutural na preparação dos cidadãos de amanhã.
O racismo é uma atitude infantil, pois todos somos iguais, não há ninguém diferente,apesar de cada qual ter o seu pensar, cada qual ter a sua mente.
Vasco Miranda, 10ºP nº 28
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